JCB COMUNICAÇÃO
quarta-feira, 23 de julho de 2008
ALGUÉM QUE NUNCA TE ESQUECE
Sente-se sozinho e abandonado?
Está convencido de que ninguém se interessa por você?
Acredita que ninguém está dando a mínima para o fim do seu casamento e pouco se importa pelo seu divórcio?
Você pensa que ninguém repara nos seus sucessos ou nos seus fracassos, ou que sua vida e/ou sua morte nada significam para os outros?
Você está errado!
Existe alguém que se interessa MUITO por você, e acompanha todos os seus passos.
Mesmo que todos lhe tenham abandonado,
A RECEITA FEDERAL CONTINUARÁ PENSANDO EM VOCÊ!!!
MÃE... SÓ TEM UMA
A professora mandou os alunos escreverem uma redação que terminasse com:
"Mãe... Só tem uma".
No dia seguinte ela chama:
ALUNO SÃO PAULINO
Giovani (Tricolor) para ler a sua redação e o garoto começa:
"Eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de noite, minha mãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, me deu um leite quente com um comprimido, me cobriu, eu dormi e, no dia seguinte acordei bom."
"Mãe... Só tem uma."
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, deu 10.
ALUNO PALMEIRENSE
Chamou o Adriano (Palmeirense), que já foi logo lendo a dele:
"Eu tinha prova de Conhecimentos Gerais no dia seguinte, não sabia nada, não conseguia decorar nada, comecei a chorar, achando que ia tirar zero. Aí a mamãe sentou do meu lado, pegou o livro, me explicou tudo direitinho, tomou a minha lição e eu fui dormir sossegado. Quando acordei senti que sabia tudo, vim à escola. Fiz a prova e tirei 10."
"Mãe...... Só tem uma".
A classe, emocionada, aplaudiu Adriano. A professora deu 10 para ele.
ALUNO CORINTHIANO
Desta vez chamou o Wandergleidson Jachson Júnior (Corinthiano):
"Cheguei no meu barraco, minha mãe que estava na cama com um cara, que nem conheço, diferente do cara da semana passada, gritou para mim": Wandergleidson Júnior, seu neguinho filho da MÃE, vai lá na geladera e traz duas cerveja. Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela:
"Mãe...... Só tem uma!"
quinta-feira, 26 de junho de 2008
TOMAR DECISÕES
Esta é a fábula de um alto executivo que, estressado, foi ao Psiquiatra.
Relatou ao médico o seu caso. O psiquiatra, experiente, logo Diagnosticou:
- O Sr. Precisa se afastar por duas semanas DA sua atividade Profissional.
O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e Busque algumas atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as orientações... Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de Um amigo.
Passados OS dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois Livros e ouvido quase todos OS CDs. Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que Ainda o dominava.
Chamou o administrador DA fazenda e pediu para fazer algo.
O administrador ficou pensativo, viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar, e disse ao nosso executivo:
- O Sr. Pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.
O administrador pensou consigo: "Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa".
Ledo engano. No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área. O administrador então lhe deu a seguinte Tarefa: abater 500 galinhas com uma faca. Essa foi fácil em menos de 3 horas já estavam todas prontas para serem depenadas. Pediu logo uma nova Tarefa.
O administrador então lhe disse:
- Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr. vá ao laranjal Levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho, pequenas, médias e grandes.
No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal. Viu o nosso Executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando Sozinho:
- Esta é Grande. Não, é média. Ou será pequena???
- Esta é pequena. Não, é Grande. Ou será Média?
- Esta é média. Não, é Pequena. Ou será Grande?
Moral da história:
Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões...
AS GRANDES DESCOBERTAS FEITAS PELO HOMEM E PELA MULHER
A Mulher descobriu a PINTURA e inventou a MAQUIAGEM.
O Homem descobriu a PALAVRA e inventou a CONVERSA,
A Mulher descobriu a CONVERSA e inventou a FOFOCA.
O Homem descobriu o JOGO e inventou as CARTAS,
A Mulher descobriu as CARTAS e inventou o TAROT.
O Homem descobriu a AGRICULTURA e inventou a COMIDA,
A Mulher descobriu a COMIDA e inventou a DIETA.
O Homem descobriu os SENTIMENTOS e inventou o AMOR,
A Mulher descobriu o AMOR e inventou o CASAMENTO.
O Homem descobriu a MULHER e inventou o SEXO,
A Mulher descobriu o SEXO e inventou a DOR DE CABEÇA.
O Homem descobriu o COMÉRCIO e inventou o DINHEIRO,
A Mulher descobriu o DINHEIRO e ai fudeu tudo.....!
FRASES RETIRADAS DE REVISTAS FEMININAS DAS DÉCADAS DE 50 E 60
"Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas". (Jornal das Moças,1957)
"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto, sem questioná-lo". (Revista Claudia, 1962)
"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa". (Jornal das Moças, 1965)
"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas". (Jornal das Moças, 1959)
"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa". (Jornal das Moças, 1957)
"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio. ELE é quem decide - sempre". (Revista Querida, 1953)
"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil". (Jornal das Moças, 1958)
"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido". (Jornal das Moças, 1957)
E para finalizar...
"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza". (Revista Querida, 1955)
CONCLUSÃO:
Numero de divórcios em 1950: 2% dos casamentos
Numero de divórcios em 2007: 48% dos casamentos
Não se fazem mais revistas instrutivas como antigamente...
segunda-feira, 23 de junho de 2008
DESABAFO DE UMA MULHER MADURA
Quando tinha 18 anos, encontrei esse garoto e namoramos; ele era meu amigo, mas não tinha paixão por mim. Então percebi que precisava de um homem apaixonado, com vontade de viver, que se emocionasse...
Na faculdade saía com um cara apaixonado, mas era emocional demais. Tudo era terrível, era o rei dos problemas, chorava o tempo todo e ameaçava suicidar-se. Descobri então, que precisava
de um rapaz estável.
Quando tinha 25 anos encontrei um homem bem estável, sabia o que queria da vida; mas era muito chato: queria sempre as mesmas coisas - dormir no mesmo lado da cama, feira no sábado e cinema no domingo. Era totalmente previsível e nunca nada o excitava. A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de um homem mais excitante.
Aos 30, encontrei um tudo de bom, brilhante, bonito, falante e excitante, mas não consegui acompanhá-lo. Ele ia de um lado para o outro, sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas mpetuosas, paquerava com qualquer uma e me fez sentir tão miserável, quanto feliz. No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. Decidi buscar um homem com alguma ambição para
com ele construir uma vida segura. Procurei bastante, incansavelmente...
Quando cheguei aos 35, encontrei um homem inteligente, ambicioso e com os pés no chão. Apartamento próprio, casa na praia, carro importado...solteiro e sem rolos!
Pensei logo em casar com ele. Mas era tão ambicioso que me trocou por uma herdeira...
Hoje, depois de tudo isso, aos 40 anos, gosto de homens com pinto duro... E só!
Nada como a simplicidade...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
CANDEIA - Breve Biografia
(Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1935 — Rio de Janeiro, 16 de novembro de 1978)
Foi um importante sambista, cantor e compositor brasileiro. Era de filho de sambista. Em seus aniversários, a festa era mesmo com feijoada, limão e muito partido alto. No Natal, a situação se repetia.
Seu pai, tipógrafo e flautista, foi, segundo alguns, o criador das Comissões de Frente das escolas de samba. Passava os domingos cantando com os amigos debaixo das amendoeiras do bairro de Oswaldo Cruz. Assim, nascido em casa de bamba, o garoto já freqüentava as rodas onde conheceria Zé com Fome, Luperce Miranda, Claudionor Cruz e outros. Com o tempo, aprendeu violão e cavaquinho, começou a jogar capoeira e a freqüentar terreiros de candomblé. Estava se forjando ali o líder que mais tarde seria um dos maiores defensores da cultura afro-brasileira.
Criou a Escola de Samba Quilombo, em meados da década de 1970. É até hoje um dos grandes nomes no panteão da Portela.
Candeia começou a fazer músicas ainda na adolescência. Seu pai tocava flauta e carregava o filho para rodas de samba e de choro em Oswaldo Cruz e Madureira.
Compôs em 1953 seu primeiro enredo, Seis Datas Magnas, com Altair Prego: foi quando a Portela realizou a façanha inédita de obter nota máxima em todos os quesitos do desfile (total 400 pontos).
No início dos anos 60, dirigiu o conjunto Mensageiros do Samba. Em 1961, entrou para a polícia. Tinha fama de truculento e suas atitudes começaram a causar ressentimentos entre seus antigos companheiros. Provavelmente, não imaginava que começava a se abrir caminho para a tragédia que mudaria sua vida. Diz-se que, ao esbofetear uma prostituta, ela rogou-lhe uma praga; na noite seguinte, ao sair atirando do carro num acidente de trânsito, levou um tiro na espinha que paralisou para sempre suas pernas.
Voltou a ter reconhecimento em 1995, quando Martinho da Vila gravou o disco Tá delícia, tá gostoso, no qual incluiu um pot-pourri chamado Em memória de Candeia, que tinha as faixas Dia de graça, Filosofia do samba, De qualquer maneira, Peixeiro grã-fino e Não tem vencedor.
Sua vida e sua obra se transformaram completamente. Em seus sambas, podemos assistir seu doloroso e sereno diálogo com a deficiência e com a morte pressentida: Pintura sem Arte, Peso dos Anos, Anjo Moreno e Eterna Paz são só alguns exemplos. Recolheu-se em sua casa; não recebia praticamente ninguém. Foi um custo para os amigos como Martinho da Vila e Bibi Ferreira trazerem-no de volta. "De qualquer maneira, meu amor, eu canto", diria ele depois num dos versos que marcaram seu reencontro com a vida.
No curto reinado que lhe restava, dono de uma personalidade rica e forte, Candeia foi líder carismático, afinado com as amarguras e aspirações de seu povo. Fiel à sua vocação de sambista, cantou sua luta em músicas como Dia de Graça e Minha Gente do Morro. Coerente com seus ideais, em dezembro de 1975 fundou a Escola de Samba Quilombo, que deveria carregar a bandeira do samba autêntico. O documento que delineava os objetivos de sua nova escola dizia: "Escola de Samba é povo na sua manifestação mais autêntica! Quando o samba se submete a influências externas, a escola de samba deixa de representar a cultura de nosso povo".
No mesmo ano de 75, Candeia compunha seu Testamento de Partideiro, onde dizia: "Quem rezar por mim que o faça sambando".
Em 1978, ano de sua morte, gravou Axé, um dos mais importantes discos da história do Samba. Ainda viu publicado seu livro escrito juntamente com Isnard: Escola de Samba, Árvore que Perdeu a Raiz.
Em 1997 foram relançados em CD três discos de Candeia: Samba da antiga, de 1970, Filosofia do samba, lançado originalmente em 1971, e Samba de roda, de 1974.
Viveu os seus últimos dez anos de vida numa cadeira de rodas, em decorrência de um tiro na coluna vertebral, depois de uma discussão no trânsito, no final da década de 1960. Policial Civil, Candeia se aposentou por invalidez após o acidente e pôde, então, se dedicar mais à música.
CARTOLA - Breve Biografia
Rio de Janeiro, RJ (11/10/1908 - 30/11/1980).
Cartola nasceu no bairro do Catete, no Rio de Janeiro. Tinha oito anos quando sua família se mudou para Laranjeiras e 11 quando passou a viver no morro da Mangueira, de onde não mais se afastaria. Desde menino participou das festas de rua, tocando cavaquinho – que aprendera com o pai – no rancho Arrepiados (de Laranjeiras) e nos desfiles do Dia de Reis, em que suas irmãs saíam em grupos de "pastorinhas". Passando por diversas escolas, conseguiu terminar o curso primário, mas aos 15 anos, depois da morte da mãe, deixou a família e a escola, iniciando sua vida de boêmio.
Após trabalhar em várias tipografias, empregou-se como pedreiro, e dessa época veio seu apelido, pois usava sempre um chapéu para impedir que o cimento lhe sujasse a cabeça, o qual chamava de cartola. Em 1925, com seu amigo Carlos Cachaça, que seria seu mais constante parceiro, foi um dos fundadores do Bloco dos Arengueiros. Da ampliação e fusão desse bloco com outros existentes no morro, surgiu, em 1928, a segunda escola de samba carioca. Fundada a 28 de abril de 1928, o G.R.E.S Estação Primeira de Mangueira teve seu nome e as cores verde e rosa escolhidos por ele. Foram também fundadores, entre outros, Saturnino Gonçalves, Marcelino José Claudino, Francisco Ribeiro e Pedro Caymmi. Para o primeiro desfile foi escolhido o samba Chega de Demanda, o primeiro que fez, composto em 1928 e só gravado pelo compositor em 1974, no LP História das escolas de samba: Mangueira, pela Marcus Pereira. Em 1931, Cartola tornou-se conhecido fora da Mangueira, quando Mário Reis, que subira o morro para comprar uma música, comprou dele os direitos de gravação do samba Que infeliz sorte, que acabou sendo lançado por Francisco Alves, pois não se adaptava à voz de Mário Reis. Vendeu outros sambas a Francisco Alves, cedendo apenas os direitos sobre a vendagem de discos e conservando a autoria: assim foi com Não faz, amor (com Noel Rosa), Qual foi o mal que eu te fiz? e Divina Dama, todos gravados pela Odeon, os dois primeiros em 1932 e o último em janeiro de 1933. Ainda em 1932, o samba Tenho um novo amor foi gravado por Carmen Miranda. Do mesmo ano é a gravação do samba Na floresta, em parceria com Sílvio Caldas, lançado por este último, e a primeira composição em parceria com Carlos Cachaça, o samba Pudesse meu ideal, com o qual a Mangueira foi campeã do desfile promovido pelo jornal "O Mundo Esportivo".
Em 1936, a Mangueira teve premiado no desfile seu samba Não quero mais (com Carlos Cachaça e Zé da Zilda), gravado por Araci de Almeida, na Victor, em 1937, e em 1973 por Paulinho da Viola, na Odeon, com o título mudado para Não quero mais amar a ninguém. Em 1940, participou, ao lado de Donga, Pixinguinha, João da Baiana e outros, de gravações de música popular brasileira para o maestro Leopoldo Stokowski (1882 – 1976), que visitava o Brasil. Realizadas a bordo do navio Uruguai, ancorado no pier da Praça Mauá, essas gravações deram origem a dois álbuns de quatro discos de 78 rpm, lançados nos EUA pela gravadora Columbia. No rádio, atuou como cantor, apresentando músicas suas e de outros compositores. Na Rádio Cruzeiro do Sul, ainda em 1940, criou, com Paulo da Portela, o programa A Voz do Morro, no qual apresentavam sambas inéditos, cujos títulos deviam ser dados pelos ouvintes, sendo premiado o nome escolhido.
Em 1941, formou com Paulo da Portela e Heitor dos Prazeres o Conjunto Carioca, que durante um mês realizou apresentações em São Paulo, em um programa da Rádio Cosmos. A partir dessa época, o sambista desapareceu do ambiente musical. Muitos pensavam até que tivesse morrido. Chegou-se a compor sambas em sua homenagem. Em 1948, a Mangueira sagrou-se campeã com seu samba-enredo Vale do São Francisco (com Carlos Cachaça).
Cartola só foi redescoberto em 1956, quando o cronista Sérgio Porto o encontrou lavando carros em uma garagem de Ipanema e trabalhando à noite como vigia de edifícios. Sérgio levou-o para cantar na Rádio Mayrinck Veiga e, logo depois, Jota Efegê arranjou-lhe um emprego no jornal "Diário Carioca".
A partir de 1961, já vivendo com Eusébia Silva do Nascimento, a Zica, com quem se casou mais tarde, sua casa tornou-se ponto de encontro de sambistas. Em 1964, resolveu abrir um restaurante, o Zicartola, na Rua da Carioca, que oferecia, além da boa cozinha administrada por Zica, a presença constante de alguns dos melhores representantes do samba de morro. Freqüentado também por jovens compositores da geração pós bossa-nova (alertados para a sua existência desde o show "Opinião", no qual Nara Leão incluíra o samba O sol nascerá, de Cartola e Elton Medeiros, que mais tarde gravaria), o Zicartola tornou-se moda na época. Durou pouco essa confraternização morro-cidade: o restaurante fechou as portas, reabrindo em 1974 no bairro paulistano de Vila Formosa.
Contínuo do Ministério da Indústria e Comércio, vivendo na casa verde e rosa que construiu no morro da Mangueira, em terreno doado pelo então Estado da Guanabara, somente em 1974, alguns meses antes de completar 66 anos, o compositor gravou seu primeiro LP, Cartola, na etiqueta Marcus Pereira. O disco recebeu vários prêmios. Logo depois, em 1976, veio o segundo LP, também intitulado Cartola, que continha uma de suas mais famosas criações, As rosas não falam, e o seu primeiro show individual, no Teatro da Galeria, no bairro do Catete, acompanhado pelo Conjunto Galo Preto. O show foi um sucesso de público e se estendeu por 4 meses.
Em julho de 1977, a Rede Globo apresentou com enorme sucesso o programa "Brasil Especial" número 19, dedicado exclusivamente a Cartola. Em setembro do mesmo ano, Cartola participou, acompanhado por João Nogueira, do Projeto Pixinguinha, no Rio. O sucesso do espetáculo levou-os a excursionar por São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Ainda em 1977, em outubro, lançou seu terceiro disco-solo: Cartola – Verde que te quero rosa (RCA Victor), com igual sucesso de crítica.
Em 1978, quase aos 70 anos, mudou-se para o bairro de Jacarepaguá, buscando um pouco mais de tranqüilidade, na tentativa de continuar compondo. Neste mesmo ano estreou seu segundo show individual: Acontece, outro sucesso. Em 1979, lançou seu quarto LP: Cartola – 70 anos. Nesta época, descobriu que estava com câncer, doença que causaria sua morte, em 30 de novembro de 1980.
Em 1983, foi lançado, pela Funarte, o livro Cartola, os tempos idos, de Marília T. Barboza da Silva e Arthur Oliveira Filho. Em 1984, a Funarte lançou o LP Cartola, entre amigos. Em 1997, a Editora Globo lançou o CD e o fascículo Cartola, na coleção "MPB Compositores" (n°12).
Fonte: Enciclopédia da Música Popular Brasileira, editada pelo Itaú Cultural.
AVC - Acidente Vascular Cerebral
Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu no chão suavemente.
Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para chamar por socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa dos seus sapatos novos.
Os seus amigos ajudaram-na a levantar-se e trouxeram-lhe um novo prato de comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentando desfrutar da festa durante o resto da tarde.
Mais tarde o marido ligou para os seus amigos informando-os que a sua mulher havia sido levada ao hospital onde veio a falecer. Havia sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o churrasco.
Se o seu esposo e amigos soubessem como reconhecer um AVC, talvez hoje ela estivesse viva.
Reconhecer um AVC:
Um neurologista afirma que se o chamarem dentro das primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente. Afirma que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes.
Lembre-se dos "3" Passos. Leia e aprenda:
Actualmente os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo mediante três simples perguntas:
1. Peça que a pessoa SORRIA.
2. Peça que a pessoa LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
3. Peça que a pessoa PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES (Coerente)
(por exemplo . . . Hoje está um dia ensolarado)
Se ele ou ela apresentar dificuldades numa destas três questões, chame imediatamente o SOCORRO e descreva os sintomas.
Depois de descobrir que um grupo de voluntários que não são médicos podem identificar a debilidade facial, a debilidade motora dos braços e a debilidade na fala, os investigadores apelam ao público em geral para que aprenda estas três perguntas. Uma maior divulgação deste teste pode facilitar um rápido diagnóstico e tratamento do AVC e evitar danos cerebrais.